Jéssica, A Estranha

Nunca simpatizei muito essa filha da Regina Duarte. Gosto mais da Paloma Duarte, aquela que foi casada com Oswaldo Montenegro, mas essa não é nem filha da Regina. É da Débora. Entretanto merece a menção honrosa pela coragem de casar com o Oswaldão.

Voltando à vaca fria, meus óculos me ajudaram a descobrir que o papel de maior relevância da atriz foi como a Eduarda de Por Amor, quando ganhou destaque mais pela antipatia do que pela simpatia que gerou no público. Por aí já deu para perceber que a protaganista deste post nunca fez grande coisa mesmo.

Porém, o mundo dá voltas, as novelas passam, e eis que a nossa Fênix que nunca chegou a arder em chamas ressurge dando um show como a Jéssica em Passione. É uma alívio quando ela entra em cena e faz a gente se distrair um pouco da chatice das claras e gemas.

Gosto particularmente quando a personagem tenta falar italiano. Fica ótimo! Porque o ali os erros de pronúncia são intencionais e com propósito cômico. Triste é ver o resto do elenco pirateando o italiano e fazendo a gente chorar.

Uma resposta to “Jéssica, A Estranha”

  1. Gus Says:

    Não tinha grande admiração por ela antes. Nunca achei ela tão simpática/gostosa como hoje. E esse é o papel dela, vale a pena ver aquele corpinho falar.

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